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	<title>Blog da Glau: Para quem quer ser irremediavelmente feliz!</title>
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	<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 21:27:46 +0000</pubDate>
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		<title>Regra de ouro</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 23:46:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>glau30</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Uma regra de ouro é tratar alguém exatamente como quer ser tratado. Procure sempre se colocar no lugar da pessoa, de qualquer pessoa. O nome disto é empatia. É um gesto bem difícil aos que já estão acostumados a serem sempre o centro de todo o mundo (os mais ousados diriam universo!), mas, com uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;color:#808080;"><strong>Uma regra de ouro é tratar alguém <em>exatamente </em>como quer ser tratado. Procure sempre se colocar no lugar da pessoa, de qualquer pessoa. O nome disto é empatia. É um gesto bem difícil aos que já estão acostumados a serem sempre o centro de todo o mundo (os mais ousados diriam universo!), mas, com uma boa prática diária, acaba sendo quase sempre assimilado. Este é o começo na evolução de uma pessoa ordinariamente comum (posso garantir que este “ordinariamente” não tem nenhum anglicismo!) a uma pessoa comum. </strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;color:#808080;"><strong> </strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;color:#808080;"><strong>Como pessoa comum - cruze seus dedos para que esta fase aconteça rápido - não tente controlar as pessoas. </strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;color:#808080;"><strong>É muito ilógico seguir a empatia e manter-se firme nesta primeira regra (<em>mesmo porque não há ninguém que aprecie ser controlado</em>) e não dar a liberdade e nem a confiança para o outro ser quem ele é. Nesta hora é que pode se surpreender em saber como o outro <em>percebe</em> que esta sendo manipulado. Então, não jogue com pessoas. Este jargão de que ‘a vida é um jogo’ deve ficar em Las Vegas, para os que podem ter somente um jogo, não uma vida. A vida nunca será um jogo e, se você se transformar num jogador, sempre tem a possibilidade de perder. Ao passo que, se viver, ganha sempre. Em experiências, em sabedoria. A partir daí, você passa de pessoa comum a uma pessoa interessante.</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;color:#808080;"><strong><span id="more-96"></span> </strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;color:#808080;"><strong>Como pessoa interessante, reserve um tempo para realmente ouvir ao invés de simplesmente galgar sua vez de falar. </strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;color:#808080;"><strong>Todos nós queremos (muito!) só sermos escutados e falamos insistentemente, as mesmas falas, as mesmas rusgas, as mesmas ladainhas, o chora-chora no penico auricular de alguém que já está mais “adiantadinho” do que esta fase de pessoa interessante em que você se encontra&#8230; Ora, qualquer um menos interessante que você, neste momento, poderia achar bem gentil ter a chance de apenas ser escutado. Só ouvir já é uma ajuda, e isso é a prática da compaixão. Esta é uma palavra que exclui qualquer fraqueza em retornar ao estágio inicial de <em>“pessoa ordinariamente comum”</em>. <span> </span>E favorece, com pontos extras, a sua passagem para a próxima fase.</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;color:#808080;"><strong> </strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;color:#808080;"><strong>Com afinco e perseverança, a sua força em ser recíproco vai aumentando, sua condição de respeitar o outro fica clara e você se torna, com uma vontade incontrolável, apto a não julgar o outro com preconceito e críticas. Inimaginavelmente, você pode não atacar, não insultar e ainda ser capaz de receber idéias de maneira mais positiva? <span> </span>Sim, nesta hora é que, se você não percebeu, aprimorou-se de pessoa interessante a pessoa especial. Demora, não se apresse.</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;color:#808080;"><strong> </strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;color:#808080;"><strong>Como pessoa especial, você pode quase tudo. </strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;color:#808080;"><strong>Você pode se dar chance de corrigir erros, de contar acertos, de entender o que sustenta uma amizade e sorrir de volta a qualquer um. Vale, cada segundo, pelo menos a tentativa de compartilhar esta felicidade. O que não vale é fingir que chegou até aqui. Senão, tem que voltar a leitura lá para o primeiro parágrafo&#8230;</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span style="font-size:small;color:#808080;"><strong>Tomara que ainda dê tempo de você ser <em>bem especial.</em> Boa sorte!</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><strong> </strong></span></p>
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/glauciaduarte.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/glauciaduarte.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/glauciaduarte.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/glauciaduarte.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/glauciaduarte.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/glauciaduarte.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/glauciaduarte.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/glauciaduarte.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/glauciaduarte.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/glauciaduarte.wordpress.com/96/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciaduarte.wordpress.com&blog=3084589&post=96&subd=glauciaduarte&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Carta de amor</title>
		<link>http://glauciaduarte.wordpress.com/2008/09/11/carta-de-amor/</link>
		<comments>http://glauciaduarte.wordpress.com/2008/09/11/carta-de-amor/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 00:17:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>glau30</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>

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		<category><![CDATA[let it be]]></category>

		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi hoje, em meu e-mail, a carta mais linda que já li. Embora linda, ela vinha de um amor não completamente correspondido, de um coração partido.
Em cada palavra um juramento de vida e, logo após cada vírgula, um adeus.
Ela se desenvolve totalmente ambígua, e, no final, já tão desiludida, termina como começou, sem saber o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Recebi hoje, em meu e-mail, a carta mais linda que já li. Embora linda, ela vinha de um amor não completamente correspondido, de um coração partido.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Em cada palavra um juramento de vida e, logo após cada vírgula, um adeus.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Ela se desenvolve totalmente ambígua, e, no final, já tão desiludida, termina como começou, sem saber o que fazer com aquele imenso amor.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Eu reli inúmeras vezes, na tentativa de resolver aquele impasse.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Não. Eu não poderia. E foram se passando os minutos, na frente do teclado, até que eu pudesse ter a coragem de escrever: “let it be”. Apaguei. Reescrevi.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">A emoção em receber a carta é bem inferior a de quem manda. A surpresa é maior, posso garantir. E perguntava como, depois de tanto tempo, escreveu sentimentos em palavras? Será que eles terão a mesma força escritos do que sentidos? </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">O tempo passa para sentimentos, mas as palavras são, virtualmente, eternas.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span id="more-79"></span> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Não digo que deixamos de amar ou esquecemos as pessoas já amadas, não, isso nunca. Mas elas vão tomando um lugar no escurinho, lá no fundo, daquele coração que bateu mais ávido por esta carta, há muito mais tempo. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Todos sabemos qual é nosso limite. Não conseguimos empregá-lo sempre. Porque o amor é ilimitado, e, as palavras das cartas de amor são soltas, desprovidas da formalidade, sem a vergonha de serem elas mesmas.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">E, por menos românticos que sejamos, lemos sempre até o final. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">E nós as guardamos, naquele lugar secreto, para lermos mais e mais vezes; para nos sentirmos verdadeiramente queridos, para lembrarmos desta “massagem no ego”, para acreditarmos que teremos chance de recuperar este momento de felicidade sempre que quisermos. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Como já disse, eu nada podia contra aquele coração partido.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Eu não tinha forças para avisar sobre o sofrer por amor, sobre desiludir-se e sair ileso, sobre amar e não ser amado.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">O que me restou foi um silêncio fúnebre. Não respondi.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">E na falta de palavras, o que sei é que falta emoção pertinente àquela situação. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#800080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">“Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão”</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="color:#800080;font-family:&quot;"><span>                             </span></span></strong><strong><span style="color:#800080;font-family:&quot;">(Fernando Pessoa)</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/glauciaduarte.wordpress.com/79/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/glauciaduarte.wordpress.com/79/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/glauciaduarte.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/glauciaduarte.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/glauciaduarte.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/glauciaduarte.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/glauciaduarte.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/glauciaduarte.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/glauciaduarte.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/glauciaduarte.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/glauciaduarte.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/glauciaduarte.wordpress.com/79/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciaduarte.wordpress.com&blog=3084589&post=79&subd=glauciaduarte&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Olimpíada do dia a dia</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Aug 2008 14:57:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>glau30</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Acabou Beijing. Acabou mais uma olimpíada. E com ela, lá se vão todas as dores e alegrias ou, simplesmente, a oportunidade de superar seus medos, superar seus esforços, superar-se inteiro.
Fixei meu olhar no queniano, medalha de ouro na maratona. Prova impossível esta. Prova que eu mesma, já sonhei terminar. Franzino, baixa estatura, de olhos bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:gray;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Acabou Beijing. Acabou mais uma olimpíada. E com ela, lá se vão todas as dores e alegrias ou, simplesmente, a oportunidade de superar seus medos, superar seus esforços, superar-se inteiro.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:gray;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Fixei meu olhar no queniano, medalha de ouro na maratona. Prova impossível esta. Prova que eu mesma, já sonhei terminar. Franzino, baixa estatura, de olhos bem assustados e quase cabisbaixos, ele subiu ao pódio. Recebeu a medalha e, quando a tocou pela primeira vez, abriu o seu melhor sorriso. E só chorou quando o hino de seu país tocou, mas não deixou as lágrimas rolarem. Poderia imaginar o que se passava dentro daquele corpo cansado, medalha de ouro. Ouvi comentários que ele mora atrás do Kilimanjaro. E corria 11 Km para chegar em sua escola, todos os dias - ida e volta - meia maratona.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:gray;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Meia maratona para realizar outro sonho: o de estudar. O de querer ser alguém diferenciado do que ele via lá daquele seu lado. Correu para isso. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:gray;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Na verdade, só por isso, ele já deveria ter recebido uma outra medalha de ouro. Aliás, talvez a medalha mais valiosa que ele tenha é a que não se materializou em Beijing.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:gray;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> <span id="more-42"></span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:gray;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Fazer a diferença, sendo único, valorizando-se é, por si, uma medalha de ouro.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:gray;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Todas as vezes que eu ouvia um comentário de alguém, brasileiro, pago para falar na TV: “que triste, medalha de prata/bronze para o Brasil”, ou “desta vez não deu ouro”, ficava indignada. Um desrespeito aos que traziam o orgulho de nosso país, tantas vezes sem patrocínio ou tendo que se submeter a treinos fora daqui para ter qualidade e dignidade no esporte. Bronze é sim uma medalha. Prata é sim um mérito. Demérito é ficar criticando e não pedir apoio financeiro ao esporte no país! </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:gray;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Nossa formação não é a dos esportes. É a do samba, do carnaval, de gente pelada e ídolos fazendo “bafão” em motéis ou vídeos do You Tube.Vale mais alguém sonhar, no futuro, com um filho seu como garanhão, bem sucedido com muito dinheiro no bolso, do que incentivá-lo a tocar um instrumento ou fazer um esporte QUALQUER, que ele escolha, sem ser futebol&#8230;</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:gray;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:gray;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">A descoberta de nossas escolhas próprias e o comprometimento com elas é que nos dá força para a superação. É o que constrói, em nosso interior, a energia que nos move à vitória em nosso trabalho, a conquista de quem amamos, aos nossos caprichos e dificuldades que precisam ser vencidos. A graça em ser o que queremos ser, depende de sermos, inicialmente, o que podemos ser.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:gray;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:gray;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Refaçamos nossa olimpíada individual todos os dias, não vamos esperar mais quatro anos, até Londres. Tempos melhores, gente melhor. Vencer é todo dia. Sejamos corajosos em receber uma medalha de ouro por dia. Para isso, aprendamos a importância em ganhar também o bronze, a prata, nos dando a chance de saber mais a cada derrota. É sempre bom ter alguém melhor, para que possamos entender que não deveremos NUNCA, pretensiosamente, achar que somos os melhores. Olhando ao nosso redor, veremos quantos são os tolos que querem só ganhar. Os campeões, humildemente, querem é terminar a prova.</span></span></strong></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/glauciaduarte.wordpress.com/42/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/glauciaduarte.wordpress.com/42/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/glauciaduarte.wordpress.com/42/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/glauciaduarte.wordpress.com/42/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/glauciaduarte.wordpress.com/42/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/glauciaduarte.wordpress.com/42/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/glauciaduarte.wordpress.com/42/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/glauciaduarte.wordpress.com/42/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/glauciaduarte.wordpress.com/42/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/glauciaduarte.wordpress.com/42/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/glauciaduarte.wordpress.com/42/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/glauciaduarte.wordpress.com/42/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciaduarte.wordpress.com&blog=3084589&post=42&subd=glauciaduarte&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Sabichões</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 01:29:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>glau30</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bem estar]]></category>

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		<category><![CDATA[tolerância]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou cansada dos sabichões.
De todos os tipos, indiscriminadamente.
 
Cansada dos sabichões intelectuais: inventam estatísticas, dizem que já leram o tema em alguma revista (sem citar a fonte), que pousam de “bonitos” com as informações vistas na primeira página do jornal.
Gabando-se de suas “inventices”, fingem sustentar a conversa com qualquer pessoa e falam de qualquer assunto. Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Estou cansada dos sabichões.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">De todos os tipos, indiscriminadamente.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Cansada dos sabichões intelectuais: inventam estatísticas, dizem que já leram o tema em alguma revista (sem citar a fonte), que pousam de “bonitos” com as informações vistas na primeira página do jornal.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Gabando-se de suas “inventices”, fingem sustentar a conversa com qualquer pessoa e falam de qualquer assunto. Com a propriedade rasa de dar a última palavra, contrariando, muitas vezes, quem discorda da sua certeza.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">São estes caras que querem entender de vinhos pela premiação dada pela “Vejinha”, acham “chic” falar de charutos cubanos (mal sabem do nosso tabaco&#8230;), e quando não entendem o que um expertise fala, simplesmente se fazem de rogados e se rasgam para desmoralizar seu “oponente”.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Estes são os que não aprendem, os papagaios de almanaque.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> <span id="more-35"></span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Estou igualmente cansada dos sabichões emocionais.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Estes, mais perigosos.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Os julgadores dos sentimentos alheios.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Estes analisam, logo de cara. Já dizem como você é e como poderia ser, de acordo com o certo absoluto e dogmático de suas verdades.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Não, só eles são normais. Você sempre está equivocado. Não importa o quanto. Pouco ou pouquíssimo, mas sempre é você.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">É aquele que acredita que alguém escreve no blog para desabafar seus problemas, que os poemas bons já foram escritos, que toda a tristeza do outro é sempre injustificável. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Embora tenha sempre a crítica na língua, nos olhos e no coração, insiste que nunca reclama, sempre um sopro humilde.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Ah, e tira satisfações se a carapuça do texto que leu lhe serviu. Diz que foi dele que você escreveu. É mesmo um humilde, como podem notar.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">O reconhecimento do sabichão é fácil. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Ele é sempre um simbionte. Precisa de alguém que saiba, de uma inspiração real. Ele vive à sombra do saber. Contentando-se com o superficial e contínuo ato de perceber só o que lhe interessa. E o sofrimento está em não se libertar de idéias engessadas, em não se revitalizar. É a mente sempre aflita, é a cópia mal feita do ser feliz.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">A precaução é o melhor remédio.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Fique longe do sabichão. Distancie-se das pessoas que tudo sabem, mas, na hora “H” deixam que você decida. E depois, cobram da sua atitude um caminho impossível, um desafio cruel, uma rua sem saída.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Conforme-se em não saber. Busque o conhecimento sempre. Trilhe seu caminho da vitória com tolerância e dignidade.</span></span></strong></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/glauciaduarte.wordpress.com/35/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/glauciaduarte.wordpress.com/35/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/glauciaduarte.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/glauciaduarte.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/glauciaduarte.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/glauciaduarte.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/glauciaduarte.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/glauciaduarte.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/glauciaduarte.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/glauciaduarte.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/glauciaduarte.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/glauciaduarte.wordpress.com/35/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciaduarte.wordpress.com&blog=3084589&post=35&subd=glauciaduarte&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Os relacionamentos são difíceis</title>
		<link>http://glauciaduarte.wordpress.com/2008/07/13/os-relacionamentos-sao-dificeis/</link>
		<comments>http://glauciaduarte.wordpress.com/2008/07/13/os-relacionamentos-sao-dificeis/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 18:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>glau30</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Atendo um paciente que, além de seu problema tiroidiano, sempre me surpreende com a mesma fala “os relacionamentos são difíceis”.
Como era uma máxima, e eu de ouvinte - como todo médico deve ser –internalizava como sendo parte da consulta.
 
Entre as tantas outras consultas e histórias, sempre, de algum jeito, escutava a mesma frase. E não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Atendo um paciente que, além de seu problema tiroidiano, sempre me surpreende com a mesma fala “os relacionamentos são difíceis”.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Como era uma máxima, e eu de ouvinte - como todo médico deve ser –internalizava como sendo parte da consulta.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Entre as tantas outras consultas e histórias, sempre, de algum jeito, escutava a mesma frase. E não retrucava nada, entendendo aquele momento de desabafo e não mais pensava neste determinado assunto.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Sempre tive comigo que o relacionamento é a palavra chave para tudo dar certo. Desde de parar o carro com o manobrista, a resolver uma indicação de cirurgia. Sim, se nós nos relacionarmos adequadamente, tudo evolui, tudo se esclarece. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Mas, acontece que nem tudo é mesmo assim. E não era <em>destes</em> relacionamentos que ele me falava.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"><span id="more-34"></span> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Falava de tentar muito com alguém que se quer bem e não ter a mesma volta. Falava de já não compartilhar os mesmos sonhos, de alguém que já não o considera tão ideal. Falava de discutir na mesa do restaurante, de não esperar uma conversa - sempre uma ameaça, de alguém que lhe deseja quando convém, se não tiver um programa melhor com os amigos. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Falava de alguém que a gentileza já não existe, que ri de suas palavras específicas do trabalho, ou pior, que acha esnobe você falar assim.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">A lista era grande. A lista era a mesma, com variações para este paciente, para outras pacientes, para os meus colegas, familiares. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Servia também para mim, em diversas ocasiões. Certamente, servirá para você, em algum momento de sua vida.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">E isso gerou uma grande sensação de impotência e descompasso. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">E uma nostalgia de dias alegres, de horas calmas, do sabor do viver bem.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Rápido, eu olhei para o meu relógio, são 15:28h. E não tive a coragem de olhar para trás. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Preferi me prender no resultado do exame. E ver que tudo andava bem.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;font-family:&quot;"><span style="font-size:small;">Realmente, meu caro, os relacionamentos são difíceis, quiçá alguns impossíveis. E insistimos. Só que não vale a pena insistir na felicidade impossível. Pois a felicidade deve ser tangível, ao menos. Felicidade deve ser executada.</span></span></strong></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/glauciaduarte.wordpress.com/34/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/glauciaduarte.wordpress.com/34/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/glauciaduarte.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/glauciaduarte.wordpress.com/34/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/glauciaduarte.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/glauciaduarte.wordpress.com/34/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/glauciaduarte.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/glauciaduarte.wordpress.com/34/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/glauciaduarte.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/glauciaduarte.wordpress.com/34/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/glauciaduarte.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/glauciaduarte.wordpress.com/34/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciaduarte.wordpress.com&blog=3084589&post=34&subd=glauciaduarte&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Benedito, gato Dito.</title>
		<link>http://glauciaduarte.wordpress.com/2008/07/04/benedito-gato-dito/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 20:41:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>glau30</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bem estar]]></category>

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		<category><![CDATA[Benedito]]></category>

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		<category><![CDATA[velhice]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu gato Benedito adoeceu muito. Ele me acompanha desde o primeiro mês de faculdade. Foi roubado da área de experiências, enfiado forçadamente no bolso do jaleco, raptado para eu ter companhia.
São 17 anos de parceria com altos e baixos, pulos e miados.
Mas, sempre aí. Passou por namoros, casamentos, decepções. 
Encontrou amigos, paixões, amor.
 
Reparei hoje, durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Meu gato Benedito adoeceu muito. Ele me acompanha desde o primeiro mês de faculdade. Foi roubado da área de experiências, enfiado forçadamente no bolso do jaleco, raptado para eu ter companhia.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">São 17 anos de parceria com altos e baixos, pulos e miados.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Mas, sempre aí. Passou por namoros, casamentos, decepções. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Encontrou amigos, paixões, amor.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Reparei hoje, durante a cirurgia para retirar uma parte do seu intestino, que ele estava magro, de pêlo branco, desdentado. O Dito está velho. O Dito está cansado. E firme, agüentou mais uma, recusando-se a dar espaço para o não continuar. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">E eu também, cada dia mais.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"> <span id="more-32"></span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Resolvi repensar em tudo o que passamos juntos. E vi que nos relacionamos, dia a dia, com o envelhecer. Num momento de minha vida, imaginei que nunca me defrontaria com o poder da velhice. E justamente hoje, de frente prô meu gato velho, que vi que a velhice é o período dos resultados. E nesta hora, fantasiei sobre o Dito pensando, por um instante, se a sua vida foi plena de realizações. Uma certeza que, somente quem fica velho, sabe que tem dentro do seu coração. Não há ninguém no mundo capaz de responder pelo outro. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Cada velho, que responde com o sorriso das experiências, diz sim as satisfações, diz sim a felicidade do final. E, quem vive a felicidade do final, terá, certamente, só boas lembranças do viver.<span>  </span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="color:#808080;">Extrapolei o pensamento aos que me estão próximos e </span></strong><strong><span style="color:#993300;">são</span></strong><strong><span style="color:#808080;"> velhos. Também aos que </span></strong><strong><span style="color:#993300;">estão</span></strong><strong><span style="color:#808080;"> velhos. Percebam, há diferenças.</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">E me vi muito ansiosa em relação à morte, o que é inevitável. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Vivo com a saúde, procuro curar tudo o que me desafia no consultório. Mas, na vida, a velhice não tem cura. E o envelhecer com dignidade reflete aceitar mais essa. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="color:#808080;">Aprenderei, com o tempo, e com o sábio Mestre Ikeda, que o ciclo da vida e da morte é comparado ao despertar e dormir. Queremos um </span></strong><strong><span style="color:#993300;">“</span></strong><strong><span style="color:#993300;">sono repousante após um dia cheio de atividades. A morte pode ser vista como um agradável período de descanso e renovação de energias, para que se abra um novo ciclo de vida ativa”.</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="color:#993300;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Durmam todos bem, despertem melhores. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Sonho com você, Dito, meu velho vira-lata.</span></span></strong></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/glauciaduarte.wordpress.com/32/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/glauciaduarte.wordpress.com/32/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/glauciaduarte.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/glauciaduarte.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/glauciaduarte.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/glauciaduarte.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/glauciaduarte.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/glauciaduarte.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/glauciaduarte.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/glauciaduarte.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/glauciaduarte.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/glauciaduarte.wordpress.com/32/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciaduarte.wordpress.com&blog=3084589&post=32&subd=glauciaduarte&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Médicos ilusionistas</title>
		<link>http://glauciaduarte.wordpress.com/2008/06/13/medicos-ilusionistas/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 21:30:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>glau30</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Ainda existem pessoas que acreditam naqueles médicos que prescrevem as “fórmulas mágicas”. Promessas é que não faltam: emagrecimento “zás-trás”, perda de medidas definitivas; e conferem, a cada componente da imensa gama de 20 ou 30 combinações de nomes fitoterápicos, um significado próprio e único. A lista é tão grande que não cabe em uma única [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Ainda existem pessoas que acreditam naqueles médicos que prescrevem as “fórmulas mágicas”. Promessas é que não faltam: emagrecimento “zás-trás”, perda de medidas definitivas; e conferem, a cada componente da imensa gama de 20 ou 30 combinações de nomes fitoterápicos, um significado próprio e único. A lista é tão grande que não cabe em uma única cápsula. E a mistura imprópria de diuréticos com hormônio tiroidiano, laxantes e anfetamínicos, só vão piorando a situação.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Longe de mim, eu ser contra prescrições com fitoterápicos, homeopáticos, ou mesmo os alopáticos seguros e comprovados no auxílio para perda de peso. Sou favorável, muito favorável. Desde que se tenha ética, ciência e consciência.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">E estas três devem estar BEM equilibradas quando se bate o carimbo com o número do CRM no receituário. É o que seu paciente espera e, o mínimo que nós, filhos de Esculápio, devemos fazer para “conservar imaculada nossa vida e nossa arte”, se me permitem parafrasear o juramento de Hipócrates. Jurou, tá jurado! Esta é a parte médica. Frustro um pouco aqueles que entram em minha sala e esperam sair com milagre já em andamento&#8230;</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"> <span id="more-25"></span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Aviso aos candidatos “emagrecentes”: nada na vida é definitivo. Por quê o emagrecimento seria? O definitivo é fixo, inflexível. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Sim, somos seres que podemos mudar, esta é a mensagem disso tudo. Mudamos de acordo com o que queremos e como podemos, e, se quisermos emagrecer, devemos pensar e agir favoravelmente a isso. Não dá? É por que não quer. <span> </span>Negue o quanto quiser.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Assuma que não é a sua hora de mudança. Só não vale a lenga-lenga do “corpo acostumou” com o remédio, da reeducação alimentar que não dura nos finais de semana e do sedentarismo ser culpa do seu trabalho. Isto cansa. Cansa você, que tem que acreditar nisto tudo e, por final, ainda tem que convencer seu médico a acreditar! Isso sim dá um trabalhão&#8230;</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">E se engordou, de novo? De novo é recomeçar. Se dê outra chance. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Eu li um texto, “piégas” (e, ao mesmo tempo, sábio), neste último 12 de junho, de que só nos valemos de dois sentimentos para sermos felizes: amar e perdoar. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Eu refleti.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Refaço a pergunta: engordou DE NOVO? Ame-se, a ponto de decidir sobre a ATITUDE que envolve o emagrecer. Perdoe-se, por todas as vezes que tentou em vão. Continue, siga amando-se, e verá, como quem se gosta de verdade, sente-se bem consigo mesmo. Independe do peso. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Uma última chamada: profissionais que prometem “fórmulas mágicas”, não existem, sinto em dizer. E todos sabemos, até falamos para as nossas crianças, que a mágica é ilusão. Conclusão: você está se consultando com um ilusionista. Cuidado! </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Truques baratos podem lhe custar caro.</span></span></strong></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/glauciaduarte.wordpress.com/25/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/glauciaduarte.wordpress.com/25/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/glauciaduarte.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/glauciaduarte.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/glauciaduarte.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/glauciaduarte.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/glauciaduarte.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/glauciaduarte.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/glauciaduarte.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/glauciaduarte.wordpress.com/25/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/glauciaduarte.wordpress.com/25/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/glauciaduarte.wordpress.com/25/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciaduarte.wordpress.com&blog=3084589&post=25&subd=glauciaduarte&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>A saúde da mãe vale ouro</title>
		<link>http://glauciaduarte.wordpress.com/2008/06/09/a-saude-da-mae-vale-ouro/</link>
		<comments>http://glauciaduarte.wordpress.com/2008/06/09/a-saude-da-mae-vale-ouro/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 00:06:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>glau30</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>

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		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de longos e tenebrosos congressos, retorno ao blog. E escrevo com saudade de quem lê e com vontade de dizer como a saúde está doente.
Aliás, só tem mesmo uma Saúde com “S” maiúsculo quem tem muito (mas muito mesmo!) dinheiro.
 
Tristemente tive que pernoitar nestas últimas semanas num hospital. Afinal, mãe é única e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Depois de longos e tenebrosos congressos, retorno ao blog. E escrevo com saudade de quem lê e com vontade de dizer como a saúde está doente.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Aliás, só tem mesmo uma Saúde com “S” maiúsculo quem tem muito (mas muito mesmo!) dinheiro.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Tristemente tive que pernoitar nestas últimas semanas num hospital. Afinal, mãe é única e a minha, muito mais que única. Durona. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Minha excursão chegou as três da manhã nas portas de um (dos dois) hotéis, melhor dizendo, hospitais de luxo de São Paulo. E ela gemia mesmo, era de dor. Era claro que não me identifiquei com todas as patentes para o meu colega, médico ortopedista que deu o primeiro atendimento. Achei que seria deselegante e desnecessário. Ledo engano. Ela fez seu primeiro exame de imagem, depois de eu muito insistir e após uma punção naquele joelho doente,  procedimento que ele acidentou – às seis horas. O plantão troca somente às sete, mas já as seis ninguém mais fazia nada. Era a “pré- passagem” do plantão. Às nove ela ainda estava deitada na maca do pronto atendimento, agora já sem a roupa (nem aquele &#8220;aventalzinho chinfrim&#8221; que eles oferecem&#8230;) porque a auxiliar de enfermagem (com todo mal humor que podia) colocou a comadre de forma errada e deixou a roupa toda se molhar com urina. E, eu vi minha mãe chorar, de vergonha e dor, pela primeira vez nesta internação.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"><span id="more-23"></span> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Depois de vários telefonemas, para os que realmente mandam ali, conseguimos um quarto.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Na enfermaria, a indecência prosseguiu. Era comprimido que caia no chão e era oferecido à minha mãe, e quando ela perguntou se era tomar MESMO ASSIM, a auxiliar de enfermagem disse que “ia dar uma lavadinha, então&#8230;”. Então? Então o que? É trágico e cômico. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">A morfina em dose tão alta que ela apresentou todos os sintomas colaterais, a demora para adicionar o antibiótico num quadro claramente infeccioso: afinal, acho eu, com apenas 11 anos de formação, um joelho com pus&#8230;é mais do que sugestivo. Colegas que escreviam no prontuário: “paciente poliqueixosa e deprimida” e sequer a examinavam. E como não estar assim? Já eram, nessas alturas, cinco dias de internação, quatro equipes diferentes palpitando na prescrição&#8230; e a paciente sem saber o que tem!</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Eu a vi chorar disfarçadamente outras várias vezes, e, à noite, quando eu chegava exausta de cada dia de trabalho, perguntava intimamente se eu havia - algum momento daquele dia - tratado algum paciente com esta falta de consideração. Que bom que a minha resposta era não. Eu tirava o jaleco médico e fazia o outro papel tão importante da minha vida: ser filha da minha mãe.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Passava o creme hidratante em todo seu corpo, contando sobre o meu dia, pedia um lanchinho e dividia com ela meu jantar, minhas novidades e suas angústias por estar doente, e de como isso é um desamparo quando se é mal atendido. Acompanhava-a ao banheiro, de andador, alguma ajuda na escovação dos dentes e no último “xixi”, antes de acomodá-la para dormir.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Quando a luz se apagava, eu ouvia o sussurro baixinho das orações que ela rezava, agradecendo. Agradecendo tudo o que passou e como ela superava com grandeza cada dor, cada médico, cada erro.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">E pude acalmar meu coração quando soube, nestes dias, reconhecer aquela mãe de muito tempo atrás. Cheia de otimismo e fé, acreditando que todo dia poderia ir para casa, exceto quando me via com a mochila para dormir com ela. Nem por isso se abatia, via a outra alegria: de compartilharmos momentos só nossos naquele quarto.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Geneticamente sou assim, com vontade de que tudo acabe bem, vejo que herdei dela. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Agora, os honorários destes colegas ficaram muito mais caros do que eles mereciam, do que nós imaginamos e cobram pela estampa deste “hotel” de doentes. Uma desatenção sobretaxada. Ainda sei que quase todos, neste “mundinho da saúde cheio de glitter” tem seu preço. Para estas, temos MASTERCARD.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;">Acredito só nas pessoas que não tem preço. Para estas outras, todo o ouro do mundo. E elas só cobram seu preço justo. Nada mais.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"> </span></span></strong></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/glauciaduarte.wordpress.com/23/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/glauciaduarte.wordpress.com/23/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/glauciaduarte.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/glauciaduarte.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/glauciaduarte.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/glauciaduarte.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/glauciaduarte.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/glauciaduarte.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/glauciaduarte.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/glauciaduarte.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/glauciaduarte.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/glauciaduarte.wordpress.com/23/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=glauciaduarte.wordpress.com&blog=3084589&post=23&subd=glauciaduarte&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Desculpeiros de plantão: não há desculpa sem culpa</title>
		<link>http://glauciaduarte.wordpress.com/2008/04/24/nao-ha-desculpa-sem-culpa/</link>
		<comments>http://glauciaduarte.wordpress.com/2008/04/24/nao-ha-desculpa-sem-culpa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 01:54:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>glau30</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>

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		<category><![CDATA[desculpas]]></category>

		<category><![CDATA[engano]]></category>

		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Procurava o que leva uma pessoa a se encher de desculpas.

O “desculpeiro” não se dá conta de seus enganos, de suas desculpas. E vai acreditando nelas de forma tão fiel e tão arraigada, que, sem crítica, passa a vivê-las intensamente, mesmo que elas ainda tenham a toda a pinta de “desculpas esfarrapadas”.

Desculpas pelo comer errado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="color:#808080;">Procurava</span><span style="color:#800080;"> </span><span style="color:#808080;">o que leva uma pessoa a se encher de desculpas.</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"><strong>O “desculpeiro” não se dá conta de seus enganos, de suas desculpas. E vai acreditando nelas de forma tão fiel e tão arraigada, que, sem crítica, passa a vivê-las intensamente, mesmo que elas ainda tenham a toda a pinta de “desculpas esfarrapadas”.</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"><strong></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"><strong>Desculpas pelo comer errado e não mudar. Desculpas pelo não se exercitar, e, de novo, não mudar. Desculpas por não admitir que vive um mundo seu, de lautas desculpas e não mudar. E vai se desculpando pela vida afora, achando que engana alguém, tendo a certeza de que não se engana, mas nada muda. </strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"><strong> </strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"><strong>E as desculpas são muitas: a falta de tempo, o trabalho excessivo, a falta de vontade, o cansaço de tudo, o trânsito de São Paulo, a doença que nem sequer existe, um relacionamento que é questionável, a mãe que não ajuda, o marido que só critica, o chefe que cobra muito, a meta que tem a cumprir. Sem falar naqueles que só lamuriam o que foi dele antes das desculpas&#8230; Antes delas era outra pessoa: tinha muitos quilos a menos, fazia atividade esportiva e fumava, podia beber e comer de tudo, dormia o sono dos justos, e nem se lembra que, nesta época, também não se desculpava tanto.</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"><strong><span id="more-22"></span> </strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"><strong>O “desculpeiro” é aquele que, ao seu lado, sempre aponta os seus erros e tem uma saída justificável para os erros dele. E a saída, por mais absurda que seja para todos os outros que o rodeiam, é a única que ele se permite adquirir e aceitar. E não importa que TODOS desaprovem, ele se mantém seguro naquela “desculpinha” íntima, no seu pretexto confortável e imóvel, que tanto lhe acalanta. </strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"><strong> </strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"><strong>O “desculpeiro” se atém com a análise da vida alheia (afinal, atenua o tempo para repensar em sua própria&#8230;), é aquele que constrói empreendimentos vultuosos e completa com o “<em>se</em>” pudesse ter efetuado aquele projeto engavetado; ter tido tempo de fazer coisas diferentes das que faz&#8230; “<em>se</em>” tivesse oportunidades dadas a outrem; é aquele que se vangloria de ser “impublicável”, de ser expectador do cotidiano, de não concretizar nenhuma das possibilidades da sua “caixinha de surpresas”. <span> </span></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"><strong>O “desculpeiro” profissional é aquele que assiste a vida passar. E ela passa mesmo. E passa rápido.</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"><strong> </strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"><strong>Aconselho aos que são atropelados pelas suas desculpas, que parem já! E peçam para que não tenham mais nenhuma justificativa que atenue a sua culpa, que absolva a sua realidade e que perdoe seu jeito de ser. </strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#808080;"><span style="font-size:small;"><strong>Aliás, pedir é sempre a maneira mais eficaz de merecer.</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:small;color:#808080;">E atentem que <span style="color:#993366;">&#8221; até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro.&#8221; (Clarice Lispector)</span></span></strong></p>
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		<title>Sö pa:a arte da paciência</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 22:12:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>glau30</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bem estar]]></category>

		<category><![CDATA[comportamento]]></category>

		<category><![CDATA[Dalai Lama]]></category>

		<category><![CDATA[paciência]]></category>

		<category><![CDATA[perdão]]></category>

		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma vez ouvi o Dalai Lama dizer que se quisermos alcançar felicidade genuína, a contenção interior é indispensável.
Num primeiro momento, não entendi a frase e, quando achei que havia compreendido, discordei. Em meus argumentos, contenção era algo preso, sem liberdade, era algo que deveria sair com fúria e emperrava. E eu, como ser falante que sou, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><strong><span style="color:#888888;"><a href="http://glauciaduarte.files.wordpress.com/2008/04/thumbnail1.jpg"></a>Uma vez ouvi o Dalai Lama dizer que se quisermos alcançar felicidade genuína, a contenção interior é indispensável.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#888888;">Num primeiro momento, não entendi a frase e, quando achei que havia compreendido, discordei. Em meus argumentos, contenção era algo preso, sem liberdade, era algo que deveria sair com fúria e emperrava. E eu, como ser falante que sou, contenção interior remetia, quase que de imediato, ao cartaz de silêncio que via nos hospitais. Shhhhhhhhhhhh!</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#888888;">E ele continuava seu discurso com a palavra sö pa. No português, até era caricato. So-pa.  Sö pa, em tibetano, tem na sua tradução literal  &#8220;ser capaz de suportar&#8221;. Em sua tradução corriqueira, &#8220;paciência&#8221;. Ao mesmo tempo, nesta língua, esta palavra encerra a noção de resolução e de coragem. E como a paciência - ou mesmo, no mais certo significado, &#8221;a capacidade de suportar&#8221;, que, para mim, era tão delicada e sem ação, poderia transformar-se na força para resistir aos sofrimentos?</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#888888;"><span id="more-19"></span></span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#888888;">Precisei de uma lição.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#888888;">Encontrei há 2 anos uma senhora que veio para emagrecer. Como tantas outras, excetuando-se que já sabia que estava com um doença degenerativa do nervo óptico e tinha uma dificuldade visual. Perguntava da dieta, do exercício físico e examinava, perguntava vagamente do tratamento dos olhos, mas ela sempre me elogiava com delicadeza ao final da consulta. &#8220;Parece que o cabelo está de uma cor nova, doutora?&#8221;, e saia com seus quilos a menos, com seu sorriso a mais.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#888888;">E foi assim, até o dia da alta, quando avisei que seu peso era exemplar, e ela não me elogiou. E retruquei: &#8220;vai de alta, e não diz um nada?&#8221;, com uma boca grande feito a de um sapo. Ela virou e sorriu, como sempre. &#8220;Não dá doutora, hoje já está difícil de enxergá-la tão bem.&#8221; Isso era sö pa.  Ela só falava o que sentia. Era paciente com a sua condição, já que não havia nada a fazer para evitá-la.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#888888;">E eu fiquei com uma raiva louca de não perceber que ela não via, há muito, a minha imagem, ela me escutava e me elogiava pelo o que eu falava! E muito mais, pelo que ela ouvia daquilo que eu falava. E nas vozes que formavam a sua vida tirava a força para continuar enxergando além da razão física, além dos prejuízos de sua doença.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#888888;">Foi aí que entendi, como o autocontrole e a coragem diante da adversidade podem conferir serenidade, promover a sensação de não se deixar perturbar e serem um antídoto poderoso a todo ressentimento e contra toda a passividade em aceitar sentimentos negativos.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#888888;">Verdadeiramente,  contive interiormente a frase &#8220;&#8230;sö pa é a fonte do perdão. E é o que há de melhor para preservar nossa consideração pelos outros, não importa como se comportem conosco&#8221;, e fui feliz.</span></strong></p>
<p> </p>
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